O nível de biossegurança de um laboratório pode ser definido com base nas informações apuradas na avaliação de riscos e, assim, podem ser atribuídos o tipo de trabalho a ser realizado, os equipamentos de proteção individual apropriados e os procedimentos operacionais padronizados (POPs), incorporando-se outras intervenções de segurança desenvolvidas para garantir a maior segurança na condução dos trabalhos.
Assim, a avaliação do risco microbiológico deve considerar alguns fatores que incluem:
I. A patogenicidade do agente, da dose infecciosa e o resultado potencial de exposição
II. Via natural de infecção e outras vias de infecção, resultantes de manipulações laboratoriais (parenteral, por via aérea, a ingestão).
III. Estabilidade do agente no meio ambiente, a concentração do agente e o nível de imunidade do manipulador.
IV. Presença de um hospedeiro adequado (humano ou animal), a informação disponível a partir de estudos com animais e relatórios de infecções adquiridas em laboratório ou relatórios clínicos.
V. Qualquer manipulação genética do organismo que pode se estender à gama de hospedeiros do agente ou alterar a sensibilidade do agente para hospedeiros conhecidos.
Desse modo, estão corretas