Ao analisar os dados relativos ao perfil epidemiológico da hanseníase no período de 2015 a 2019, o enfermeiro observou que, quanto a forma clínica, 50,6% dos casos novos eram portadores da forma dimorfa da doença (Ministério da Saúde, 2022). Em relação a essa forma de hanseníase, é correto afirmar que