As rubricas, enquanto instrumentos avaliativos qualitativos,
assumem uma função estruturante no processo de ensinoaprendizagem, especialmente quando articuladas a princípios
formativos e à promoção de autonomia discente. Como destaca
Andrade (2000), “avaliar é, antes de tudo, um ato ético de
compromisso com a aprendizagem do outro”. A complexidade das
rubricas reside, em grande parte, na construção e na explicitação
dos critérios e descritores de desempenho que precisam estar
articulados aos objetivos educacionais e ao perfil do estudante
que se pretende formar. Assinale uma característica fundamental
das rubricas analíticas bem elaboradas, considerando os
princípios de uma avaliação formativa e emancipatória.