Na história do pensamento geográfico há uma corrente que elaborou um rico acervo empírico, fruto de um trabalho exaustivo de levantamento de realidades locais. Mesmo que por vias metodológicas também criticáveis, o valor das informações acumuladas não pode ser minimizado. Constituem um substantivo material para pesquisas posteriores, pois apresentam dados minuciosos sobre situações regulares. Nesse sentido, a tônica descritiva foi benéfica, pois forneceu informações fidedignas.
(MORAES, A. C. R. Geografia – pequena história crítica. São Paulo: Hucitec, 1981. Adaptado)
A corrente do pensamento geográfico que o texto se refere está presente na alternativa: