João, 46 anos, natural da cidade de São Paulo, casado, uma filha, é motorista de empresas de transporte coletivo há 26 anos. Na empresa em que trabalha há 3 anos e 4 meses dirige ônibus dotado de motor dianteiro, estando exposto a ruído, calor e vibração; cumpre jornada das 15h40 a 00h50, que se prolonga, com horas-extras frequentes, até a 1h30. Trabalha em trajeto de linha considerada violenta, tendo sofrido assalto à mão armada, por cinco vezes. O processo de adoecimento teve início após o último assalto. Nos dias seguintes ao assalto, trabalhou normalmente. Três dias após, em frente à garagem, presenciou um assassinato, prestando socorro à vítima. Passou a apresentar sintomatologia na forma de tremores e ansiedade que, tendo se tornado incontrolável, levou-o a procurar médico e psicóloga da empresa, que propuseram afastamento do trabalho. De acordo com o caso descrito, pode-se indicar como principal fator de desenvolvimento de doença ocupacional:
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