Em um hospital público municipal, durante plantão
noturno com equipe reduzida, o enfermeiro responsável
se ausenta temporariamente da unidade para
acompanhar um paciente crítico em outro setor. O
médico plantonista prescreve medicação intravenosa de
alto risco para um paciente idoso e instável,
determinando ajuste de dose conforme resposta clínica e
necessidade de monitorização contínua. A coordenadora
administrativa do setor, sem formação em enfermagem,
orienta o técnico de enfermagem a assumir "provisoriamente" funções do enfermeiro, incluindo
interpretar a prescrição, ajustar a dose, decidir sobre a
velocidade de infusão e registrar como se fosse
enfermeiro, "para não atrasar o atendimento".
Considerando a Lei nº 7.498/1986, o Decreto nº
94.406/1987, o Código de Ética dos Profissionais de
Enfermagem e o papel do técnico de enfermagem no
serviço público, qual deve ser a conduta adequada do
técnico de enfermagem diante dessa situação?