Pretende-se dimensionar um pavimento flexível pelo Método do DNER, descrito na Publicação IPR – 719 (Versão corrigida 2022), para um período de projeto de 10 anos, sem considerar taxa de crescimento anual do tráfego.
O estudo de tráfego na faixa de projeto mostrou um volume médio diário de 500 veículos e um fator de veículo igual a 2. Na região, o fator climático regional pode ser considerado igual à unidade.
A tabela a seguir apresenta os dados de espessura mínima do revestimento betuminoso (emin) e do coeficiente de equivalência estrutural (K) a ser utilizado no projeto.
| N | emin | K |
|
N \( \le \) 106 |
Tratamentos superficiais betuminosos |
1,2 |
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106 < N \( \le \) 5 x 106 |
Revestimentos betuminosos com 5,0 cm de espessura |
1,4 |
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5 x 106 < N \( \le \) 107 |
Concreto betuminoso com 7,5 cm de espessura |
2 |
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107 < N \( \le \) 5 x 107 |
Concreto betuminoso com 10,0 cm de espessura |
2 |
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N > 5 x 107 |
Concreto betuminoso com 12,5 cm de espessura |
2 |
No método de dimensionamento, também é preciso conhecer a espessura de pavimento (H) em função no número N e do I.S. ou CBR. Após uma breve análise, foi possível resumir essas espessuras conforme a tabela a seguir.
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CBR (%) |
H (cm) |
| 20 | 27 |
| 10 | 41 |
Os materiais de base, sub-base e subleito serão granulares, com K = 1 e CBR igual a 83%, 25% e 10%, respectivamente.
Então, considerando esses dados, o menor valor de espessura de base possível de ser adotada nesse projeto é