Ao adotar a categoria práxis na análise da instrumentalidade do Serviço Social, vê-se que ela se coloca como campo privilegiado no qual as articulações, os nexos, as contradições entre instrumentalidade e racionalidade, teorias e práticas se movimentam. Mais ainda, a práxis tem na atividade seu traço vital: a instrumentalidade coloca-se à práxis como conduto de passagem, ao mesmo tempo que a práxis produz, porta e expressa uma determinada racionalidade, já que o pensamento se encontra substantiva e organicamente vocacionado para a ação.