Considerando a importância dos sinais e sintomas para o manejo fisioterapêutico na doença de Parkinson, é correto afirmar:
A deterioração cognitiva severa e progressiva requer o desenvolvimento de estratégias lúdicas para garantir o engajamento durante a fisioterapia.
A redução na amplitude e aumento na velocidade dos movimentos voluntários prejudica a coordenação motora e a movimentação voluntária.
O paciente com doença de Parkinson possui marcha ceifante, aumento da oscilação dos braços e maior propensão a cair para trás.
A ativação simultânea de músculos agonistas e antagonistas proporciona o fenômeno de congelamento, que geralmente ocorre no início das atividades motoras.
O tremor e a bradicinesia tendem a permanecer estáveis durante todo o curso da doença, sendo frequentemente a força muscular mais comprometida.
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