“É uma coisa santa a democracia – não a democracia que faz viver os espertos, a democracia do papel e da palavra – mas a democracia praticada honestamente, regularmente, sinceramente. Quando ela deixa de ser sentimento para ser simplesmente forma, quando deixa de ser ideia para ser simplesmente feitio, nunca será democracia, - será espertocracia, que é sempre o governo de todos os feitios e de todas as formas.”
[Machado de Assis, Crônicas.]
A frase inicial desse texto é “É uma coisa santa a democracia” e o segmento que a segue, até o final do período, tem a função de