Parada Cardiorrespiratória (PCR) é definida como a cessação súbita da função mecânica cardíaca com consequente colapso hemodinâmico. Assim,
existem três fases distintas da PCR, sendo que na fase elétrica, que ocorre entre 5-10 minutos da parada, a depleção dos substratos para o adequado metabolismo é o fator etiológico principal dessa fase.
na fase metabólica, período que sucede 10 minutos de PCR, geralmente encontra-se a fibrilação ventricular como principal complicador desse período.
atualmente, a AHA (American Heart Association) preconiza compressões torácicas acima de 120 bpm com profundidade acima de 6 cm no tórax.
mesmo após décadas de estudos, nenhuma droga administrada durante a PCR se mostrou benéfica no aumento da sobrevida de pacientes neurologicamente intactos. Apesar da letalidade e da alta frequência dessa condição, ainda se vive o desconhecido, visto que apenas 25% das recomendações da AHA são classe I e apenas 1% é nível de evidência A.
à luz das melhores evidências, o estabelecimento de uma via aérea avançada, durante a PCR, deve ser uma prioridade na fase inicial da parada cardiorrespiratória.
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