A Folha de S. Paulo, na e sua edição de 11/10/2000, revelou que o buraco que se abre na camada de ozônio sobre a Antártida a cada primavera, no hemisfério sul, formou-se mais cedo naquele ano. Foi, até aquela data, o maior buraco já monitorado por satélites, com tamanho recorde de 2,85 X 107 km2. Em números aproximados, a área de 2,85 X 107 km2 equivale à área de um quadrado cujo lado mede