Procedimentos não químicos para controle de parasitas são desejáveis. Em alguns casos, ao considerar que a maior parte dos parasitas de vida livre está nas pastagens, é de se pensar em formas adequadas de reduzir essa infestação. Assim, uma das formas é o uso da flora na composição da pastagem; por exemplo, certos genótipos de Stylosanthes sp. não só aumentam a mortalidade de algumas larvas de parasitas, como previnem que elas tenham acesso ao hospedeiro. O Melinis minutiflora (capimgordura), S. scabra e S. viscosa têm poder de repelência e morte (mais promissoras para o controle) e, ainda, que a antixenose por S. scabra impede que as larvas subam nas folhas. O capim-gordura e o S. viscosa também afugentam as larvas que tenham conseguido subir. Estas referências fazem parte de proposta de controle estratégico e biológico de:
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