Essencialmente, a produção de raios-X, tão úteis para a medicina e a odontologia, é feita com uma máquina representada pela imagem abaixo.

A ideia é acelerar elétrons, utilizando um intenso campo elétrico e garantindo que eles colidam com um alvo, na imagem acima, de Tungstênio. Na colisão, os elétrons desaceleram e transferem a energia perdida, emitindo fótons (partículas). Classificamos os fótons com frequência entre 3.1016 Hz e 3.1019 Hz como raios-X. Para que seja obtido um fóton com a energia máxima de um raio-X, a partir da colisão de um elétron que desacelera por 0,2 s, o módulo do campo elétrico, em N/C, que deve ser aplicado na situação, considerando que após a colisão a energia cinética dos elétrons é desprezível, é
(Dados: (1) considere !$ \sqrt{10}=3,16 !$, a carga elétrica do elétron igual a 1,6.10-19 C, e a massa do elétron igual a 9.10-31 kg; (2) não considere os efeitos relativísticos; e (3) a energia E de um fóton é dada por E = hf, sendo h = 20/3.10-34 Js e f a sua frequência.)