O texto seguinte servirá de base para responder à questão 33.
Cidades-esponja e as mudanças climáticas
Levantamento da Casa Civil e do Ministério das Cidades, divulgado no início deste ano, apontou que mais de 1.900 municípios brasileiros estão em zonas de risco quanto a eventos extremos do clima. Além disso, quase 9 milhões de pessoas vivem em áreas expostas a desastres ambientais no país. Ao todo, 15 das 27 capitais do Brasil não têm um plano de enfrentamento da questão.
Diante deste cenário, diversos setores da sociedade vêm debatendo sobre as melhores soluções urbanísticas para prevenir e combater os danos causados pelas mudanças climáticas. Dentre as possibilidades, as chamadas cidades-esponja têm se destacado como uma opção viável, já implementadas com sucesso em diversas localidades do mundo, como parte de suas políticas de desenvolvimento urbano sustentável.
"Uma cidade-esponja trabalha com todo o ciclo hidrográfico, ou seja, com a precipitação, a captação, a gestão da água na superfície do solo, a absorção, a infiltração e a recarga do lençol freático, usando medidas que podem atenuar, absorver e dar espaço para essa água de chuva", explica a arquiteta e urbanista Taneha Bacchin, professora em projeto urbano da Universidade Técnica de Delft, na Holanda”.
(Fonte: https://bsa.com.br/blog/cidades-esponja-bsa/)
O modelo de cidades-esponja vem sendo amplamente difundido como uma forma de adaptação das cidades às mudanças climáticas. Com base no texto, marque a alternativa, que não corresponde a uma das principais soluções adotadas em cidades-esponja.