A bradicardia sinusal e os bloqueios atrioventriculares de 1º, 2º e 3º graus são as arritmias de maior frequência após a administração de xilazina e representam respostas fisiológicas normais à elevação do tônus vagal induzida pelo fármaco e, em geral, não apresentam significado clínico, dispensando qualquer instituição de tratamento.