A monitoração da PIC (pressão intra-craniana) proporciona informações que facilitam a aplicação de medidas de prevenção à isquemia cerebral secundária a distorção do tronco cerebral. Seus valores são utilizados ainda na orientação de tratamentos que, embora indicados para pacientes com trauma craniano, são potencialmente prejudiciais à manutenção da pressão de perfusão cerebral (PPC). Sobre as intercorrências observadas durante a monitoração da PIC e as principais intervenções de enfermagem para resolvê-las, correlacione a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, a seguir marque a alternativa que contém a sequência de respostas CORRETA, na ordem de cima para baixo:
1. Ausência de onda detectável ao monitor
2. Valores falsamente elevados
3. Valores de PIC elevados
4. Valores falsamente diminuídos
5. Valores de PIC diminuídos
( ) Zerar e calibrar o sistema, sob a supervisão do enfermeiro, registrar a correlação entre drenagem e as alterações de pressão e comunicar o médico.
( ) Auxiliar o enfermeiro durante a irrigação do sistema com 0,25ml de solução fisiológica e ajustar o parâmetro de ganho para a faixa de pressão mais elevada.
( ) Eliminar as bolhas de ar do sistema com soro fisiológico sob a supervisão do enfermeiro e checar se o transdutor de pressão está acima do ponto de referência.
( ) Manter a cabeceira do leito ente 15 e 30 graus, cabeça posicionada para facilitar a drenagem venosa e limitar a flexão de joelho.
( ) Checar se o transdutor de pressão está abaixo do ponto de referência, reposicioná-lo e mantê-lo no nível do forame de Monro. Calibrar o sistema com a ajuda do enfermeiro.