O processo de reestruturação produtiva do capital,
ao gerar novas formas de precarização do trabalho e
flexibilização das relações laborais, aprofunda as expressões da
questão social, exigindo do Assistente Social uma capacidade
de análise crítica e de proposição de alternativas que
ultrapassem a visão de que a empregabilidade individual é a
única solução para a pobreza.