Gentili (2001), “[...] entende que, dialeticamente, a cidadania é um processo [...], o que significa que ela inclui a possibilidade de definir (sempre de modo conflitante) os valores e as práticas que constituem sua própria esfera de ação. Dessa forma, quando a cidadania se fecha em um “dever ser” de valores e práticas imutáveis ou predeterminadas deixa, por assim dizer, de ser “cidadã”. Esse processo denomina-se: