Um pedagogo necessitou desenvolver um processo de treinamento em cascata, por meio do qual instrutores seriam orientados para se tornarem multiplicadores em todo o território nacional. Integrado a uma equipe interdisciplinar, esse pedagogo atuou com especialistas em aspectos geopolíticos, estatísticos, em multimídia, com programadores visuais e outros profissionais, a fim de que o conteúdo a ser ministrado e o material didático fossem organizados. Foram elaborados manuais de conteúdo e de orientações pedagógicas aos instrutores, instrumentos de avaliação dos treinandos e do treinamento, apresentações de slides para ferramentas digitais, vídeos, etc. Parte do treinamento seria presencial e parte a distância, a fim de que todas as regiões do território brasileiro fossem cobertas.
Uma das reuniões da equipe interdisciplinar foi dedicada à definição das formas de avaliação que seriam usadas. Nessa reunião, foram feitas as propostas a seguir.
Roberto: Precisamos investir na avaliação de reação, aquela que documenta como os participantes reagiram ou se sentiram a respeito do programa de treinamento.
Ronaldo: Vamos fazer um programa piloto, como um ensaio para que possamos refinar o treinamento, a fim de termos uma avaliação preliminar do próprio programa.
Ricardo: Uma estratégia interessante é usar um pré-teste, antes do treinamento, para verificarmos os níveis iniciais de conhecimento, e um pós-teste ao final, para medirmos o domínio dos conhecimentos.
Rosângela: Podemos usar escalas de classificação com âncora comportamental para atribuir uma classificação invertida dos resultados, chegando àquilo que não desejamos como resposta.
Renata: Outra avaliação a ser recomendada é de comportamentos no trabalho, que verifica se programas de treinamento resultaram em mudanças de desempenho nas tarefas profissionais.
Considerando as técnicas usadas para avaliação de treinamento, são corretas APENAS as propostas de