No atendimento à paciente X, o psicólogo observou o seguinte quadro: esforços frenéticos para evitar um abandono real ou imaginado; recorrência de ameaças suicidas e de comportamento automutilante; sentimentos crônicos de vazio; instabilidade afetiva devido a uma acentuada reatividade do humor e padrão de relacionamentos interpessoais instáveis e intensos, caracterizado pela alternância entre extremos de idealização e desvalorização. Este padrão de vivências e comportamentos é característico do transtorno de personalidade: