Em 2019, o Ministério da Saúde publicou o Guia de Vigilância em Saúde com o objetivo de atualizar as recomendações relacionadas às ações de vigilância em saúde. De acordo com o referido manual, “os exames laboratoriais/rápidos, para auxiliar no diagnóstico da sífilis congênita, utilizam metodologias para detecção direta do patógeno e também as mesmas metodologias imunológicas (testes treponêmicos e não treponêmicos) descritas na sífilis adquirida, mas com particularidades de indicação e interpretação. Em crianças até 18 meses, somente devem ser utilizados os testes não treponêmicos na prática clínica. Após os 18 meses, os testes treponêmicos também poderão ser empregados” (BRASIL, 2019, p. 278).
Sobre esses dois tipos de testes utilizados nos casos de Sífilis Congênita, analise as assertivas e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) Geralmente, os anticorpos detectados por testes treponêmicos permanecem reagentes pelo resto da vida, mesmo após tratamento adequado.
( ) Os testes treponêmicos são indicados para pessoas com idade acima de 18 meses, tempo em que desaparecem os anticorpos maternos transferidos passivamente no período intrauterino.
( ) Um teste treponêmico reagente após os 18 meses de vida sugere diagnóstico de sífilis congênita. Por outro lado, um resultado não reagente não exclui sífilis congênita, nos casos em que a criança foi tratada precocemente.
( ) Os testes não treponêmicos não são indicados para diagnóstico e seguimento terapêutico, por constituírem testes com correlação definida entre a titulação dos anticorpos não treponêmicos encontrados na amostra da criança e a presença ou ausência de sífilis congênita.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é