Segundo Rocon (2023), o cotidiano do trabalho em
saúde do/a assistente social, é atravessado por diversos
conflitos sociais, inerentes ao processo de desmonte da
saúde tais como: privatização e a terceirização decorrente
do subfinanciamento e do sucateamento das políticas
públicas e universais em saúde. Esse contexto agrega
uma diversidade de valores morais, éticos e ideológicos
que refletem a disputa pela direção social e política dos
processos de trabalho, que impactam diretamente na saúde
de usuários/as LGBT. Desta forma, as dificuldades vividas
no acesso em saúde dessa população: