O transplante cardíaco pediátrico ainda é um procedimento relativamente novo, mas tem aumentado a sobrevida de crianças com cardiomiopatias e inclusive com cardiopatias congênitas. No esgotamento de terapêuticas conservadoras, redução de qualidade de vida ou expectativa de vida inferior a dois anos, há indicação, desde que não haja contraindicações específicas para o receptor, por exemplo: