Sobre a ultrassonografia Doppler como método diagnóstico da estenose carotídea, assinale a alternativa correta.
Nos pacientes assintomáticos, a caracterização ultrassonográfica pela análise ecogênica da placa é superior aos parâmetros velocimétricos na indicação da intervenção.
A visibilização do lúmen carotídeo ao Power Doppler é superior aos parâmetros velocimétricos no diagnóstico das estenoses intermediárias de 50-69%.
Segundo os critérios da SRU (Society of Radiologists in Ultrasound), um dos parâmetros para o diagnóstico de estenoses intermediárias é a presença de velocidade diastólica final na carótida interna entre 40 e 100 cm/s.
O índice de St. Mary é obtido pela razão entre a velocidade de pico sistólico na carótida interna e a velocidade de pico sistólico na carótida comum.
Quando há oclusão de uma das carótidas internas, observa-se uma diminuição das velocidades globais da carótida contralateral, determinando uma interpretação subestimada do grau de estenose.
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