Grandes modificações vêm ocorrendo no âmbito do trabalho. Tais mudanças têm provocado um declínio inevitável nos índices de emprego e na redução da força de trabalho em escala mundial. Vivemos um momento histórico no qual o emprego está se tornando algo muito raro, e o mercado de trabalho, a cada dia, torna-se mais competitivo e mais exigente, adotando critérios mais rígidos no processo de seleção de pessoal. Tal exigência se efetiva, primeiramente, porque há um verdadeiro “exército de reserva” que deixa o empregador numa situação bastante confortável, podendo optar por profissionais até mais qualificados do que o cargo exige. Além do mais, com a extrema flexibilização das relações de trabalho, tais empregadores contam com contratos parciais, terceirizados, domésticos e temporários, que vêm facilitando tanto a contratação quanto o “descarte” dessa mão de obra, sem ônus para a empresa com encargos sociais e direitos trabalhistas e que, consequentemente, vêm retirando do trabalhador seu poder de barganha, deixando-o cada vez mais vulnerável.
Essa “nova era” do trabalho – chamada de “terceira revolução industrial” – preconiza um momento
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