Durante a anestesia de pacientes com doenças no sistema nervoso em que a manutenção do fluxo sanguíneo cerebral se torna particularmente relevante, os efeitos dos anestésicos voláteis, que sabidamente incrementam a variável, podem ser antagonizados por meio da hiperventilação moderada, mantendo-se os níveis de CO2 arterial entre 30 e 35 mmHg, de modo que a hiperventilação excessiva deve ser evitada por reduzir a pressão de perfusão cerebral, podendo resultar em isquemia cerebral.