Moran (2015) escreve a respeito das metodologias ativas, do ensino híbrido e do uso de tecnologias nas escolas. O autor afirma que há um bom número de docentes e gestores que não querem mudar e que se sentem desvalorizados com a perda do papel central como transmissores de informação; que pensam que as metodologias ativas deixam o professor em um plano secundário e que as tecnologias podem tomar o seu lugar.
A respeito do ensino híbrido e dos usos da tecnologia nas escolas, Moran (2015) afirma e defende que