(Kaplan e Sadock. Compêndio de Psiquiatria, 11 ed, 2017, pag. 378 - 379). Uma estudante de medicina de 21 anos foi trazida por familiares ao setor médico da universidade por apresentar irritabilidade intensa. Há 30 dias tem ficado progressivamente mais agitada, dormindo menos que o normal. Há 1 semana, saiu da casa dos pais, foi morar em casas de amigas, trocando frequentemente de local, por “brigas” e discussões. Passou a frequentar festas diárias durante esta semana e faltou todas as aulas na universidade. Durante este período, fez várias compras (roupas, maquiagens e joias), com gastos excessivos, contraindo dívida de 20 salários-mínimos. Relato de que há 4 meses, iniciou tratamento para depressão com venlafaxina por quadro de depressão maior. Durante a avaliação, nega ter qualquer problema e afirma que nunca se sentiu tão bem em toda a sua vida. Porém, percebe-se que tem uma fala rápida, mudando de assunto com frequência, e apresenta oscilação bruscas de humor, com choro fácil associado a agitação psicomotora.
Qual a melhor conduta indicada para o caso acima?