Segundo o autor Miguel Arroyo (2000), a idéia do ambíguo sonho da profissionalização surge como remédio para que nossa identidade seja afirmada, já que no final dos anos 70 houve uma opção pelos “trabalhadores em educação” e mais atualmente se fala em “profissionais”, como se tivesse obtido uma redefinição da auto-imagem do professor. Neste sentido, dá para se ter um estatuto profissional enquanto professores de Educação Básica, para tanto, os critérios profissionais precisam ser definidos, assim como a competência. No entanto, os mestres da Educação Básica, segundo o autor, mesmo com seus saberes e competências, não têm garantido o reconhecimento social como acontece com os médicos, por exemplo. Há questionamentos a serem feitos para uma real concepção do ser professor e da imagem a ser construída deste profissional. A partir dos pressupostos supramencionados, assinale a alternativa que, para o autor, seria um ponto inicial de análise.