Um dos paradoxos envolvidos nas atividades preventivas (chamado paradoxo da prevenção) pode ser resumido do seguinte modo:
São algumas doenças que realmente têm comportamento paradoxal por seu alto risco.
Muitas pessoas com baixo risco de adoecer produzem mais doenças e/ou mortes na população que as poucas com alto risco.
Tratar as pessoas de alto risco diminui, apesar de poucas, efetivamente a maior parte da morbimortalidade.
Tratar as pessoas de baixo risco não impacta na morbimortalidade, devido à pequenez do risco, embora elas sejam muitas.
Poucas pessoas de baixo risco de adoecer mas que são pobres produzem mais doenças e mortes do que as pessoas com alto risco.
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