Disciplina: Minas, Energia e Recursos Hídricos
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados
|
participação dos gastos energéticos (em%) |
|||||
|
fontes de energia |
1946 | 1956 | 1966 | 1976 | 1986 |
|
biomassa (lenha, carvão vegetal, bagaço de cana e álcool) |
73 | 51 | 41 | 33 | 29,5 |
|
carvão mineral e coque |
8 | 6 | 4 | 3 | 6 |
|
petróleo |
8 | 11 | 16 | 21 | 32 |
|
hidreletricidade |
8 | 11 | 16 | 21 | 32 |
|
gás natural |
- | - | - | 1 | 2 |
|
total (em tep × 1.000) |
19 | 30 | 54 | 112 | 175 |
Milton Vargas (org.). História da técnica e da tecnologia no Brasil. São Paulo: UNESP, 1994, p. 349.
O quadro acima apresenta a evolução histórica da matriz energética brasileira. Quando se iniciou o surto de industrialização, a energia no Brasil provinha predominantemente da lenha e do carvão. A distribuição se alterou, principalmente, devido ao petróleo, às hidrelétricas e ao programa Pró-Álcool. Considerando os dados apresentados, julgue o item a seguir, relativo à evolução histórica da matriz energética brasileira.
O monopólio federal do petróleo foi contrariado em 1989, com a criação, em São Paulo, da PAULIPETRO, um consórcio entre a CESP e o IPT, para contratos de risco com a PETROBRAS, na bacia do rio Paraná. Esse consórcio foi desativado em 1995, em meio a muitas críticas da sociedade, sem descobrir sequer gás nas regiões pesquisadas.