“[...] A antiga autarquia foi transformada em uma fundação de direito público — a Fundação
IBGE. com personalidade jurídica própria e autonomia administrativa e financeira, a Fundação nasceu composta por
três órgãos autônomos: Instituto Brasileiro de Estatística
— IBE; Instituto Brasileiro de Geografia — IBG e Escola
nacional de ciências Estatísticas - EncE. [..] Junto com as
mudanças administrativas ocorrem também novidades nas
áreas técnica e metodológica, permitindo o surgimento de
novas formas e áreas de atuação. Ganha força no período
— seguindo tendência então em alta nos Estados unidos e
na Europa Ocidental — a Geografia Quantitativa, refletindo
uma crescente utilização das análises espaciais como ferramentas de planejamento socioeconômico”.
(IBGE, s/d. O IBGE e as Geociências em 80 anos de História. Disponível em https://memoria.ibge.gov.br/images/memoria/eventos/s/O%20IBGE%20e%20as%20Geociencias%s20em%2080%20anos%20de%20Historia/publicacao.pdf).
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) teve, conforme mostra o texto acima, papel fundamental no debate nacional sobre a chamada geografia quantitativa. A década na qual esse debate no foi iniciado IBGE foi a década de:
(IBGE, s/d. O IBGE e as Geociências em 80 anos de História. Disponível em https://memoria.ibge.gov.br/images/memoria/eventos/s/O%20IBGE%20e%20as%20Geociencias%s20em%2080%20anos%20de%20Historia/publicacao.pdf).
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) teve, conforme mostra o texto acima, papel fundamental no debate nacional sobre a chamada geografia quantitativa. A década na qual esse debate no foi iniciado IBGE foi a década de: