Na obra “Adão e Eva”, de autoria de Rosa e Karnopp (2005), faz-se uma relação com o uso da língua de sinais, enquanto língua natural, no paraíso. Na narrativa desses autores, primeiramente, detectamos a valorização da língua de sinais como um marcador da identidade surda. Após Adão e Eva comerem o fruto proibido, receberam o castigo de serem impedidos de usar as mãos, para comunicar-se, e foram obrigados a falar. Pode-se afirmar que essa narrativa literária usa o castigo, expresso na proibição do uso das mãos para comunicar-se e na obrigação de utilização da fala, como uma analogia à abordagem: