A ginástica, sob a perspectiva da saúde e qualidade
de vida, abrange diversas modalidades. No entanto, sua
prescrição na escola deve focar primordialmente o
desenvolvimento de capacidades físicas como força e
flexibilidade, relegando a um plano secundário as atividades
mais expressivas, como a ginástica rítmica, por exigirem um
grau de especialização que não se coaduna com os objetivos
gerais do ensino fundamental.