Durante o mapeamento estrutural de um cinturão
orogênico neoproterozoico, um geólogo identifica um
conjunto de estruturas caracterizado por dobras
assimétricas vergentes para o antepaís, zonas de
cisalhamento dúcteis de alto ângulo, com foliação
milonítica bem desenvolvida, lineações de estiramento
sub-horizontais e indicadores cinemáticos que apontam
transporte tectônico predominante para oeste.
Observa-se, ainda, a superposição de falhas inversas
por zonas de cisalhamento transcorrentes tardias,
associadas a rotação local dos eixos de dobra.
Considerando os dados estruturais e o arcabouço geotectônico, a interpretação mais consistente para a evolução deformacional dessa área é:
Considerando os dados estruturais e o arcabouço geotectônico, a interpretação mais consistente para a evolução deformacional dessa área é: