A transmissão em corrente contínua é atualmente uma tecnologia consolidada, e as técnicas de controle utilizadas nas conversoras, um assunto bastante estudado. A figura a seguir ilustra o modelo simplificado de um elo de corrente contínua.

Considerando esse modelo e as relações entre as grandezas das conversoras, analise os itens a seguir.
I. A corrente no elo é dada pela expressão, !$ I_d = \dfrac{V_{dr}-V_{di}}{R} !$ onde !$ V_{dr} !$ e !$ V_{di} !$ são as tensões no retificador e inversor, respectivamente, e R é a resistência da linha de transmissão.
II. A corrente !$ I_d !$ pode ser controlada alterando-se o ângulo de disparo !$ \alpha !$ no retificador ou o ângulo de extinção !$ \gamma !$ no inversor. No entanto, essas ações de controle são lentas se comparadas com a atuação na tensão CA, por meio dos taps dos transformadores das conversoras.
III. O aumento dos ângulos !$ \alpha !$ e !$ \gamma !$ implicam numa operação com fator de potência mais baixo e maior consumo de potência reativa nas conversoras.
IV. A operação do elo com valores de ângulos !$ \alpha !$ e !$ \gamma !$ muito pequenos podem expor as conversoras a falhas de comutação, principalmente no lado do inversor.
Está correto o que se afirma em