A senhora Maria, 65 anos, procurou um estabelecimento farmacêutico relatando dor de cabeça intensa, descrevendo que “as veias pulavam na cabeça”. Informou que seu médico a orientou a evitar bebidas alcoólicas, pois fazia uso de antidepressivos. Durante a investigação farmacêutica, constatou-se que, em uma reunião social, ingeriu cerveja sem álcool e passou a sentir-se mal. A pressão arterial aferida foi de 190/100 mmHg. Para o tratamento da depressão, o médico havia prescrito tranilcipromida, em substituição aos medicamentos de primeira escolha.
Tendo em vista as informações acima, o farmacêutico deve:
Tendo em vista as informações acima, o farmacêutico deve: