O processo de intervenção não pode ser descontextualizado e nem aprisionado em leituras estáticas ou atomizadas que não contemplem o movimento constitutivo do próprio sujeito e do real; pelo contrário, precisa ser dinâmico, permanente durante toda a intervenção. Mais importante do que a utlização de uma técnica instrumental é a qualidade das cadeias de mediações das quais se dispõe para alavancar processos reflexivos e uma possível transformação da realidade.
Esse enunciado vai ao encontro da perspectiva