Lúcia Lippi Oliveira (2008, p. 9) observa, em Cultura e patrimônio, que as “teorias que associam raça a nacionalidade tiveram enorme sucesso no Brasil. Elas se mantiveram hegemônicas aqui ainda que tenham entrado em declínio na Europa. Houve um processo seletivo na importação de ideias que resultou na escolha de autores e de parte de suas obras que apresentassem maior pertinência para o debate do problema da nacionalidade”. Isso significa que a cultura brasileira tem em seu processo de formação: