A LOAS (Lei Orgânica da Assistência Social), ao
instituir o benefício de prestação continuada (BPC), reproduz a
lógica assistencialista e seletiva que caracterizava a assistência
social brasileira antes da promulgação da Constituição de 1988,
reforçando a condição de dependência dos usuários e
desconsiderando o caráter de direito social universal da
assistência.