Um médico-veterinário examinou um cão que apresentava lesão cutânea de evolução
crônica no espelho nasal e orelhas. Após o exame clínico, foram solicitados exames micológico,
parasitológico, bacteriológico e anatomopatológico. Com exceção desse último, que revelou a
presença de formas amastigotas no interior de macrófagos, todos os outros exames foram negativos.
Ao associar o quadro clínico do cão com o achado das formas amastigotas intracelulares, o profissional
diagnosticou que o animal apresentava um quadro compatível com: