Uma paciente, com 30 anos de idade, comerciária, foi diagnosticada com asma e procurou atendimento em ambulatório médico. Ao ser atendida, ela informou que estava usando beta 2 agonista de curta duração para o controle de exacerbações, as quais estavam ocorrendo, em média, três vezes por semana, sendo uma delas no período noturno. Nessas ocasiões, não foi necessário buscar tratamento hospitalar nem se afastar de suas atividades laborais.
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Na situação clínica precedente, a melhor medida terapêutica a ser prescrita será