No cotidiano profissional, verifica-se uma tensão entre o projeto profissional, que afirma a capacidade do assistente social para realizar projeções e buscar implementá-las na vida social, e a condição desse profissional de trabalhador assalariado, submetido ao poder dos seus empregadores.
Para Marilda Iamamoto (2008), diante disso, um desafio que se apresenta para o assistente social é