Nos anos de 1990, a reivindicação dos movimentos sociais pela democratização do ensino assume, no âmbito da educação básica, o caráter da qualidade, da busca de permanência e da conclusão da escolaridade como um direito social (Oliveira, 2000, p. 101). O Estado, por sua vez, considera que a crise implementada por tais reivindicações é uma questão de natureza administrativa e imprime maior racionalidade à gestão da educação pública para cumprir seus objetivos. No entanto, os movimentos sociais, por considerarem o caráter excludente da escola, passaram a reivindicar maior democracia na gestão da educação pública, assumindo