Landim* afirma que “desenvolver as temáticas da morfossintaxe como a união dos eixos sintagmático e paradigmático no estudo da língua materna, passando pelas bases que, em nosso ponto de vista, devem alicerçar e guiar as práticas de ensino de língua materna, desembocando em reflexões que tiveram como inspiração nossa própria prática pedagógica, pode ser uma maneira de compreender que o papel da morfossintaxe (problemática proposta em nossas considerações iniciais) no estudo da língua materna é o de uma ferramenta de reflexão sobre as estruturas que colocam em prática os processos comunicativos da língua em seu âmbito mais natural: o da comunicação entre as pessoas”. Com base nesse excerto, é INCORRETO asseverar que: