“Nos primeiros anos do século e até mesmo o final da década de 10, as estratégias de disciplinarização do trabalhador apresentam-se de forma pontual (...). A passagem para a década de 20, por sua vez, assiste a uma mudança nos regimes disciplinares.” (RAGO, Margareth. Do cabaré ao lar: a utopia da cidade disciplinar. Brasil 1830-1930. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1997, p. 18 e 19). Sobre essa transformação das estratégias disciplinadoras, é correto afirmar que: