Caso transpuséssemos a fala da personagem Kini, no segundo quadrinho, para o discurso indireto, em um texto narrativo, teríamos:
- Ei! Você tá surdo?! - disse Kini a Deus. E, diante da demora em relação à resposta, acrescentou: - Eu quero um sinal agora! Agora! Já!
Kini perguntou a Deus se ele estava surdo e, diante da demora em relação à resposta, gritou exigindo um sinal naquele momento, naquele exato momento.
Kini perguntou a Deus "Você está surdo?" e diante da demora em relação à resposta, gritou "Eu quero um sinal agora! Agora! Já!".
Kini perguntou a Deus, Você está surdo? E, diante da demora em relação à resposta, gritou eu quero um sinal agora! Agora! Já!
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