A modificação pós-morte dos restos esqueléticos acontece em função da susceptibilidade à ação de um conjunto de processos bioestratinômicos e o tempo de exposição a estes processos. Em um afloramento fossilífero, o paleontólogo pode relacionar a feição bioestratinômica de concentrações fossilíferas, com seu possível significado paleoambiental. Por exemplo, em fácies marinha, um agrupamento de conchas de epifauna ou semifauna preservadas com as valvas articuladas fechadas, em posição de vida, pode sugerir como implicação paleoambiental: