Tendo em vista os cuidados paliativos em odontologia, é CORRETO afirmar que
o cirurgião-dentista integrado à equipe multiprofissional deve colaborar para reafirmar a vida como processo natural e a morte como indesejável, mas inevitável.
os sintomas dos pacientes devem ser avaliados e gerenciados duas vezes na semana e devem ser evitadas intervenções ativas.
as decisões relacionadas à assistência e ao tratamento tanto médico quanto odontológico devem ser feitas com base em princípios éticos.
identificada a fase de terminalidade, é necessário e imperioso apressar a morte, a fim de cessar o sofrimento tanto do paciente quanto de seus familiares.
abordagem e tratamento paliativo devem ser passivos, pois não há como manejar complicações e sintomas estressantes tanto relacionados ao tratamento quanto à evolução da doença.
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